3.UGT

A UGT, apesar de ter apenas 4 anos, já oferece uma contribuição imensa para o debate sobre os rumos do país. O sucesso das lutas dos trabalhadores depende de um grande esforço compartilhado por um conjunto de atores – sociais, culturais, políticos, intelectuais, sindicais – na busca de afirmação de uma visão do mundo do trabalho no sentido de afirmar a essência humana – oprimida pela atual ordem social. As transformações pelas quais a nação reclama não se darão de uma hora para outra. A vitória do novo sobre o velho não é algo fácil. Mas, é clara a percepção da UGT que, para fazer mudanças, torna-se indispensável a junção de forças em um bloco capaz… o apoio e a participação dos movimentos sociais organizados, envolvendo as camadas sociais interessadas, permitirão construir a força hegemônica capaz de alavancar o processo.

 

O 2º Congresso nacional da UGT – União Geral dos Trabalhadores, realizado nos dias 14, 15 e 16 de julho de 2011, contou com a presença de mais de 5 mil delegados sindicais de todo país. Foram ouvidas 27 plenárias que aprovaram a Resolução com propostas e Ações de caráter Político, Social, Econômico e Sindical – que é o resultado de uma construção ampla, coletiva, democrática, transparente e participativa, expressando as aspirações dos trabalhadores. O documento vem exprimir uma concepção que, a partir das contradições da sociedade desigual e injusta, procura indicar linhas gerais para atacar os problemas em todas as esferas que dizem respeito aos trabalhadores, às suas organizações e a todos os cidadãos.

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