Executiva da UGT discute ações sindicais para 2015/2016

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Na reunião da Direção Executiva da União Geral dos Trabalhadores (UGT), ocorrida nos dias 09 e 10 de setembro, que contou com a presença de representantes das regiões Norte, Nordeste, Centro-oeste, Sudeste e Sul, escolhidos pelas UGT´s estaduais e também com economistas do Instituto de Altos Estudos da UGT, está sendo discutido o plano estratégico das ações sindicais da entidade para 2015/2016.

 

Para Francisco Pereira, o Chiquinho, Secretário de Organização Política da UGT, a central deve acompanhar de perto as ações do Congresso Nacional e os projetos de interesse dos trabalhadores e da sociedade como um todo. Se possível, fazendo plantões nas sessões parlamentares.

 

Segundo o vice-presidente Davi Zaia, é necessário discutir melhor a remuneração do FGTS, que são recursos dos trabalhadores para os trabalhadores. Essa remuneração, mantida da forma que está ou modificada, não pode gerar prejuízos para a classe trabalhadora.

 

Roberto Santiago, vice-presidente nacional da UGT e presidente do Instituto de Altos Estudos, destacou a importância da central diante do quadro econômico e político do País. O sindicalista lembrou de sua experiência no Congresso Nacional e disse que a central deve promover encontro com os deputados, em Brasília, para fazer chegar aos parlamentares o posicionamento da central diante da situação político/econômica do País. Santiago disse que o Instituto de Altos Estudos da UGT reúne economistas, sociólogos e pesquisadores aptos a apresentarem propostas para um Brasil melhor.

 

Durante a explanação dos economistas do Instituto de Altos Estudos Brasileiros, foi divulgado que 37,7% da população brasileira confia nas ações dos sindicatos. Para efeito de comparação, o número de confiança nos partidos políticos é de 15%.

 

Diante desses números, Almir Munhoz, presidente do Sintetel, entidade filiada à UGT, a central deve se mobilizar no sentido de capitalizar, junto à população, esse grau de confiabilidade. “Que isso sirva para que a central discuta com os sindicatos filiados, regras que estabeleçam estatutos que atendam, de maneira geral, trabalhadores e sociedade”.

 

O Secretário Geral da UGT, Canindé Pegado, afirmou que a central deve ficar atenta para a posição das agências internacionais que querem rebaixar a nota de risco do Brasil. “Se isso acontecer, o País terá grandes prejuízos, principalmente na área de trabalho e emprego. Com relação ao anúncio da área econômica do Governo, que pretende aumentar o Imposto de Renda para a população, a UGT é totalmente contrária e, se for preciso, sairá às ruas para protestar”.

 

Fonte: Site da UGT Nacional

 

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