Descontração, informação e cultura marcaram o 3º Congresso da UGT

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O 3º Congresso da União Geral dos Trabalhadores durante três dias mostrou o que trouxe entre suas bandeiras: qualidade de vida e conhecimento por meio do lazer aos trabalhadores. Entre palestras por reformas pelo Brasil, Desenvolvimento Sustentável, nos corredores e palco do Centro de Convenções do Anhembi (SP), onde aconteceu o evento (de 16 a 18/06/2015), música, arte e trabalho indígena que ambientaram e proporcionaram uma troca cultural.

 

A musa da juventude dos anos 80, Fafá de Belém, abriu o 3º Congresso com o Hino Nacional e falou sobre a importância desses 30 anos de redemocratização, um marco importante para a política brasileira, mas também para toda a cultura de um povo. Outro marco da música também foi a apresentação da Orquestra Sinfônica de SP, que entoou a harmonia do que será Congresso.

 

Apresentação da arte indígena, dança, roda de capoeira, artes plásticas propiciaram a troca de cultura e mostraram a riqueza cultural do País.

 

A orquestra Instituto Pão de Açúcar levou cerca de 3 mil sindicalistas presentes no auditório Elis Regina, a cantar Demônios da Garoa, Toquinho e se embalar com Vivaldi e Guerra-Peixe. Ocasião em que o maestro Daniel Misiuk, que conduz cerca de 40 jovens, mostrou a importância do silêncio na música, dando aula de ritmo e da importância de cada instrumento que compõe uma orquestra.

 

O evento trouxe o sociólogo e professor Dr. Demétrio Magnolli, o senador Pedro Simon e o jornalista e diretor do Diap Antonio Augusto de Queiroz. E trouxe a palestra da ex-ministra Marina Silva, falando sobre “Desenvolvimento Sustentável com Justiça Social”. Além da jornalista Eliane Cantanhede e o professor Dr. Marco Antonio Villa que trataram da temática “Futuro Do Emprego”.

 

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Fonte: Site da UGT Nacioal – Mariana Veltri, imprensa da UGT

 

 

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