Assédio Moral – Violência psicológica e constrangimento entre outros

Violência psicológica, constrangimento. Os ingredientes para a definição do quadro de assédio moral já preocupam no mundo do trabalho. É uma forma de tortura psicológica que golpeia a autoestima do/a empregado/a visando forçar sua demissão ou apressar sua dispensa através de métodos que resultem em sobrecarregar o/a empregado/a de tarefas inúteis, sonegar-lhe informações e fingir que não o vê. Trata-se de práticas que degradam as condições de trabalho pelas condutas negativas dos superiores em relação aos/as subordinados/as, acarretando enormes prejuízos práticos, emocionais – e até físicos! – ao/a trabalhador/a.

 

A humilhação pode levar o/a trabalhador/a oprimido/a, principalmente se for mulher, a sofrer graves danos na saúde entre eles dores no corpo, insônia e sonolência, depressão profunda, hipertensão, distúrbio digestivo, tontura, falta de apetite, falta de ar, síndrome do pânico, alteração da memória… além das crises de choro, do sentimento de inutilidade e da ideia suicida.

 

Pode-se enquadrar como assédio moral: a agressão verbal contra o/a trabalhador/a; a humilhação ao/a trabalhador/a perante seus colegas, clientes ou terceiros; a divulgação de rumores e comentários maliciosos contra o/a trabalhador/a; as revistas íntimas, ou a pertences do/a trabalhador/a como bolsa, etc; o estabelecimento de metas, obrigando o/a trabalhador/a a cumpri-las a qualquer custo. O isolamento do/a trabalhador/a dos demais colegas. A essa lista, acrescentam-se atitudes como a “inação  compulsória” – quando   a chefia deixa de repassar serviços para o/a trabalhador/a, deixando-o/a propositadamente ocioso/a;  por outro lado, quando o/a sobrecarrega de tarefas além das suas possibilidades ou que fogem da sua função.

 

No comércio de Teixeira de Freitas começam a ser denunciados muitos casos de assédio moral praticados por patrões contra os/as trabalhadores/as. Os/as trabalhadores/as atingidos/a devem denunciar o fato. O assediador moral não pode ficar impune.

 

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